12/04/2011

Ver medo no vermelho

Parece tão injusta
Desiguais no mesmo meio
Ninguém sabe quanto custa
A saída do anseio

Afiada, ela decepa
A cabeça de quem sonhava
Cega, só tinge
De vermelho quem chorava

Então me ensina
A ver medo no vermelho
Então me contamina
De razão no desespero


Parece tão injusta
Ignora o primeiro
No fim da sala escura
Abocanha o festeiro

Criativa, ela pincela
Sobre a ferida que sangrava
Juíza, só condena
Quem antes condenava

Então me ensina
A ver medo do vermelho
Só então me contamina
Com razão no desespero

xDan

3 comentários:

Marcos Lessa disse...

esse poema me vez lenbra de alguma coisa, mas nao sei o que è? Como se fosse familiar.... bom... so sei que gostei.

Lianah disse...

Oi, Dan. Sou uma dos 4 Jovens Jornalistas, blog que você visitou há pouco. Gostei do seu blog e o incentivo a criar um blog jornalístico também... Vou segui-lo, viu...

Meu blog: http://cantodalianah.blogspot.com/

xD

André Walker disse...

Faço minhas as palavras do marcos, me lembra algo, mas não sei dizer o que..

(To esperando o contato hein, buddy!)